Best of the Decade – Top 100-76

Por serem muitas fotos, vou dividir em 4 posts de 25.

De novo: lista muito pessoal, coisas que me são caras, que me divertiram, me emocionaram, me fazem lembrar até hoje. De baixo pra cima então:

 

100. PRENDA-ME SE FOR CAPAZ (Catch Me If You Can, EUA, 2002, Steven Spielberg)

Diversão pura do começo ao fim. Mesmo. Leo e Spielberg de novo, por favor!

99. PSICOPATA AMERICANO (American Pyscho, EUA, 2000, Mary Harron)

 Perversão e sofisticação em níveis, no mínimo, corajosos. Elenc(aç)o idem.

98. DIÁRIOS DE MOTOCICLETA (Argentina/EUA, 2004, Walter Salles)

Política, história, amizade… belas interpretações. Isso aí, Waltinho, vai lá e volta pra cá…

97. E AÍ MEU IRMÃO, CADÊ VOCÊ? (O Brother, Where Art Thou?, EUA, 2000, Joel e Ethan Coen)

Década boa pra esses irmãozinhos hein?! Essa comédia musical é das mais esquisitas e, por isso mesmo, maravilhosa.

96. MADAME SATÃ (Brasil, 2002, Karim Ainouz)

Muito prazer, Lázaro Ramos.

95. A VILA (The Village, EUA, 2004, M. Night Shyamalan)

Antes dos chatos A Dama na Água e Fim dos Tempos, Shyamalan ainda criou um baita clima com esse daqui.

94. SHREK 1, 2 e 3 (EUA, 2001/2004/2007, Andrew Adamson & Vicky Jenson & Kelly Asbury & Chris Miller & Raman Hui)

Claro que o primeiro foi o que realmente valeu – o segundo foi legalzinho e o terceiro tolinho – mas Shrek, Fiona e Burro já estão pra sempre em nosso imaginário.

93. CONTRA TODOS (Brasil, 2004, Roberto Moreira)

Toma no estômago! Aprende como se faz um filme brasileiro direto, sem rodeios e cheio de originalidade.

92. A FITA BRANCA (Das Weisse Band, Alemanha, 2008, Michael Haneke)

Um Haneke menos chocante, mas não menos perturbador e brilhante.

91. AVATAR (EUA, 2009, James Cameron)

Será que uma revisão o fará subir de colocação? Pode ser, mas pra quem acabou de estrear tá bom por enquanto.

90. DONNIE DARKO (EUA, 2001, Richard Kelly)

Como esquecer desse coelho? Genial!

89. NOVE RAINHAS (Nueve Reinas, Argentina, 2001, Fabián Bielinsky)

Uma das várias pérolas do cinema argentino. Engraçado, ágil e movimentado.

88. O CÉU DE SUELY (Brasil, 2006, Karim Ainouz)

Ôxe, tenha pressa de rodar um filme não! Passeie pelo rosto arretado de Hermila Guedes que a belezura tá garantida!

87. SANGUE NEGRO (There Will Be Blood, EUA, 2007, Paul Thomas Anderson)

Épico no melhor sentido da palavra. Junte dois gênios – ator e diretor – e o queixo continua caído até agora.

86. O EQUILIBRISTA (Man on Wire, Inglaterra, 2007, James Marsh)

Quando o personagem do documentário é maior que o próprio, o resultado é: Oscar.

85. AMOR SEM ESCALAS (Up in the Air, EUA, 2009, Jason Reitman)

O filho de Ivan ainda promete muito. Roteiros agridoces e sensíveis como nos filmes dele encontram o paraíso nas mãos de um cara como George Clooney.

84. ENSAIO SOBRE A CEGUEIRA (Blindness, Canadá/Brasil, 2008, Fernando Meirelles)

Completamente esnobado e mal-interpretado, é uma prova absoluta do talento de Meirelles.

83. FLORES PARTIDAS (Broken Flowers, EUA, 2004, Jim Jarmusch)

Para fãs de Bill Murray, certamente. A busca pelo filho (e “suas mães”) é um desfile de talentos e bizarrices das mais adoráveis.

82. UM PROFETA (Un Prophète, França/Itália, 2009, Jacques Audiard)

Máfia, sangue, política. Direção sufocante e um punhado de cenas absolutamente antológicas.

81. QUASE FAMOSOS (Almost Famous, EUA, 2000, Cameron Crowe)

Penny Lane, Penny Lane… ah que saudade daquela trilha.

80. AS HORAS (The Hours, EUA, 2002, Stephen Daldry)

Alguns odeiam… mas, sinceramente, com esse elenco, não consigo resistir. E só essa cena aí de Julianne Moore com a Toni Collette já valeria o filme.

79. A IDENTIDADE/SUPREMACIA/ULTIMATO BOURNE (The Bourne Identity/Supremacy/Ultimatum, EUA/Inglaterra, 2002/2004/2007, Doug Liman & Paul Greengrass)

Melhor trilogia da década? Vai dizer que Bourne não é muito mais diversão genuína que Frodo?

78. CORPO FECHADO (Unbreakable, EUA, 2000, M. Night Shyamalan)

O pós-Sexto Sentido foi igualmente brilhante. Tenso, original, nerd na medida certa, e uma dupla das boas!

77. ABRIL DESPEDAÇADO (Brasil, 2001, Walter Salles)

Lirismo no agreste. Plástico e belíssimo.

76. BOA NOITE, E BOA SORTE. (Good Night, and Good Luck,, EUA, 2005, George Clooney)

Mas é bom esse Clooney hein?! Tocando no jornalismo então… uau!

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