Best of the decade – Top 75-51

75. HERÓI (Ying Xiong, Hong Kong/China, 2002, Zhang Yimou)

Das várias fantasias de arte marcial que apareceram na década, é talvez o mais belo visualmente, e com uma história interessante de verdade.

74. LINHA DE PASSE (Brasil, 2008, Walter Salles e Daniela Thomas)

Dupla que funciona junto que é uma beleza. E sabe dirigir atores como poucos. Cannes nela!

73. ABISMO DO MEDO (The Descent, Inglaterra, 2005, Neil Marshall)

Não enche uma mão os filmes ditos “de terror” que realmente me assustaram nos últimos anos. Esse aqui foi um. Aquela sensação incômoda depois do final. Porreta.

72. A ESPINHA DO DIABO (El Espinazo del Diablo, Espanha, 2001, Guillermo Del Toro)

Mais um dedo da mesma mão. Aqui ainda mais psicológico. Del Toro fazendo o que sabe de melhor.

71. TROPA DE ELITE (Brasil, 2007, José Padilha)

Pop ao cubo sim, mas um puta filme de ação, no mínimo. Quantos conseguem criar um Capitão Nascimento e enfiá-lo direto nos personagens históricos do cinema de seu país?

70. EDIFÍCIO MASTER (Brasil, 2002, Eduardo Coutinho)

O mestre dos mestres no documentário. A curiosidade dos personagens que escolhe com a emoção que tira deles é uma aula completa de cinema.

69. VALENTIN (Argentina, 2002, Alejandro Agresti)

Escolha totalmente coração. Filme com nada de extraordinario. Apenas um gurizinho que me fez rir e chorar como poucos.

68. O CHEIRO DO RALO (Brasil, 2007, Heitor Dalia)

Ô roteirinho tinhoso. Tinhoso de perverso, sorrateiro, escorregadio, safado. E quem melhor que um brilhante Selton Mello pra encarar isso tudo?

67. QUEIME DEPOIS DE LER (Burn After Reading, EUA, 2008, Joel e Ethan Coen)

Outro quer vai ser cultuado com o tempo. O mais genuinamente engraçado desde Fargo.

66. EMBRIAGADO DE AMOR (Punch-Drunk Love, EUA, 2002, Paul Thomas Anderson)

O melhor PTA da década foi o menos “amado”, curiosamente. Por ser romântico? Por ter Adam Sandler? Blah.

65. O TIGRE E O DRAGÃO (Wo Hu Cang Long, Taiwan/Hong Kong/China/EUA, 2000, Ang Lee)

O precursor do movimento “kung-fu nas alturas” só podia ter saído das mãos de um gênio como Ang Lee.

64. CINEMA, ASPIRINAS E URUBUS (Brasil, 2005, Marcelo Gomes)

Orgulho que dá do cinema brasileiro cada vez que surge uma pérola dessa. Fotografia, roteiro, direção, atores, tudo perfeito.

63. OS EXCÊNTRICOS TENENBAUMS (The Royal Tenenbaums, EUA, 2001, Wes Anderson)

Entrou pro dicionário cinematográfico no verbete família disfuncional. Todas que vieram depois copiaram ele. Palmas!

62. O ESCAFANDRO E A BORBOLETA (Le Scaphandre et le Papillon, França, 2007, Julian Schnabel)

Poucos são os artistas que sabem usar o visual em favor da história. Julian Schnabel é um. Ninguém sai ileso depois desse filme.

61. HOUVE UMA VEZ DOIS VERÕES (Brasil, 2002, Jorge Furtado)

Quatro longas no currículo e os quatro na lista. E o mais “fraquinho” é uma maravilha juvenil. Pra quem pode…

60. MINHA VIDA SEM MIM (My Life Without Me, Espanha/Canadá, 2003, Isabel Coixet)

Talvez a diretora mais sensível em atividade. Consegue pegar um tema batido e cliché até, e tirar lirismo puro.

59. O AVIADOR (The Aviator, EUA, 2004, Martin Scorsese)

Só um nerd cinematográfico como Scorsese pra fazer um épico tão delicioso sobre Hollywood.

58. OS OUTROS (The Others, Espanha/EUA, 2001, Alejandro Amenábar)

Suspense em seu grau maior, rico, inteligente, criativo, cheio de nuances. E Nicole sempre ajuda, claro!

57. PRECIOSA (Precious: Based on the Novel ´Push´ by Sapphire, EUA, 2009, Lee Daniels)

Cena final de Mo´Nique. Próximo.

56. ESTAMIRA (Brasil, 2006, Marcos Prado)

É quase cruel rir de alguém com Estamira. Mas também choramos com ela, nos emocionamos. Que se quer mais de um documentário?

55. AMORES BRUTOS (Amores Perros, México, 2000, Alejandro González-Iñárritu)

Iñárritu nunca mais conseguiu superar sua brutal criatividade e ousadia como nesta sua estreia.

54. EXTERMÍNIO (28 Days Later..., Inglaterra, 2002, Danny Boyle)

Faltava o gênero terrorzão no currículo do mais que eclético Danny Boyle. E ele fez bonito! Assustou e impressionou direitinho!

53. O HOMEM URSO (Grizzly Man, EUA, 2005, Werner Herzog)

Casamento perfeito entre história emblemática e um documentarista, digamos, particular.

52. VOO UNITED 93 (United 93, Inglaterra/França/EUA, 2006, Paul Greengrass)

Como prender a atenção e surpreender com um filme que todo o planeta sabe o final ? Pergunte pro mestre Greengrass.

51. NA CAPTURA DOS FRIEDMANS (Capturing the Friedmans, EUA, 2003, Andrew Jarecki)

O tema é chocante e provocativo por si só, mas uma abordagem direta e sem concessões o torna ainda mais interessante.

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