Best of the Decade – Top 25

25. CIDADE DOS SONHOS (Mulholland Dr., EUA, 2001, David Lynch)

Como não entender bulhufas e achar tudo genial. That´s Lynch baby!

24. TIROS EM COLUMBINE (Bowling for Columbine, EUA, 2002, Michael Moore)

Moore menos exibido funciona melhor. Quer dizer, exceto vs. Charlton Heston…

23. MONSTROS S.A. (Monsters, Inc., EUA, 2001, Pete Docter, David Silverman, Lee Unkrich)

Humor sarcástico e ternura é a fórmula imbatível da Pixar.

22. MOULIN ROUGE! (EUA, 2001, Baz Luhrmann)

Lembro bem de sair chapado do cinema. Um vulcão de cafonice e criatividade.

21. FILHOS DA ESPERANÇA (Children of Men, EUA, 2006, Alfonso Cuarón)

Uma cena antológica atrás da outra. Aula completa de cinema.

20. SIN CITY – A CIDADE DO PECADO (EUA, 2005, Robert Rodriguez e Frank Miller)

Como ser cool em 35 milímetros.

19. O HOMEM QUE COPIAVA (Brasil, 2003, Jorge Furtado)

O Furtado mais experimental, destemido, ácido, engraçado… genial. Ponto final.

18. CLOSER – PERTO DEMAIS (Closer, EUA, 2004, Mike Nichols)

Natalie Portman em câmera lenta andando ao som de “The Blower´s Daughter”. Precisa mais?

17. ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ (No Country for Old Men, EUA, 2007, Joel e Ethan Coen)

Ainda nada foi melhor que Fargo. Mas esse chegou bem perto. Também, com esse Anton Chighur né…

16. O AUTO DA COMPADECIDA (Brasil, 2000, Guel Arraes)

Ok, começou como seriado de TV. Mas é tão bem feito, tão engraçado e funciona tão bem como filme que vale, digamos, a “exceção”.

15. CACHÉ (França, 2005, Michael Haneke)

Haneke é o gênio-mor da década, creio eu. Gênio cruel, diga-se. Massacra o espectador. E como faz bem!

14. A VIAGEM DE CHIHIRO (Sen to Chihiro no Kamikakushi, Japão, 2001, Hayao Myazaki)

Uma viagem alucinante e adorável, numa terra que a gente tá pouco acostumado.

13. DANÇANDO NO ESCURO (Dancer in the Dark, Dinamarca/Suécia, 2000, Lars Von Trier)

Quando Lars Von Trier quer fazer chorar, sai de perto. E Beyoncés, Madonnas, Mariahs… favor pedirem aulas particulares pra Björk, já!

12. ENCONTROS E DESENCONTROS (Lost in Translation, EUA, 2003, Sofia Coppola)

Ahhh… a descoberta de Scarlett… e que par com Bill Murray… romântico, é bobagem.

11. A PROFESSORA DE PIANO (La Pianiste, Alemanha/França, 2001, Michael Haneke)

Quando Haneke abusa de sua musa Isabelle Huppert, deus-do-céu!

 

10. O SEGREDO DE BROKEBACK MOUNTAIN (Brokeback Mountain, EUA/Canadá, 2005, Ang Lee)

Outro que só melhora a cada revisão. Brutalmente romântico, triste, humano, tocante de verdade.

9. BASTARDOS INGLÓRIOS (Inglourious Basterds, EUA, 2009, Quentin Tarantino)

Tarantino atinge sua loucura máxima.

8. WALL-E (EUA, 2008, Andrew Stanton)

Quantos desenhos animados com meia dúzia de palavras conseguiram te emocionar?

7. QUERO SER JOHN MALKOVICH (Being John Malkovich, EUA, 2000, Spike Jonze)

Quero ser Charlie Kaufman.

6. BORAT (EUA, 2006, Larry Charles)

Demência em estado puro. Béri-béri nais.

5. ÔNIBUS 174 (Brasil, 2002, José Padilha)

É a montagem? A música? A própria história? Não sei. Mas a abordagem de Padilha redefiniu de vez os padrões de documentário.

4. FALE COM ELA (Hable con Ella, Espanha, 2002, Pedro Almodóvar)

Com menos cores e bizarrices, mais sutil e ao mesmo tempo mais profundo. O ápice de Almodóvar até agora.

3. BRILHO ETERNO DE UMA MENTE SEM LEMBRANÇAS (Eternal Sunshine of the Spotless Mind, EUA, 2004, Michel Gondry)

Não só um roteiro original e inventivo, mas uma história essencialmente romântica. Mesmo em um mundo tão surreal, a gente torce de verdade por Joel e Clementine.

2. KILL BILL - VOL. 1 & 2 (EUA, 2003-2004, Quentin Tarantino)

Juntar os diálogos brilhantes com coreografias absurdamente divertidas é covardia. Resgatar David Carradine e Daryl Hannah e colocá-los pra lutar com Uma aí já é demais… Mas duas partes foi pouco! É verdade que vai ter mais?

CIDADE DE DEUS
(Brasil, 2002, Fernando Meirelles)

Do meu TCC ao Oscar, as dezenas de vezes assistidas não cansaram uma vez sequer. Marco no cinema nacional é pouco. Internacional, porque não? Quantos copiaram o estilo de câmera de Meirelles? Dadinho, Zé Pequeno, Buscapé, Bené, Cabeleira, as cocotas… frases repetidas aos quatro cantos. Nada menos que perfeito. Orgulho de verdade.

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